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domingo, 22 de outubro de 2006

Proibições

Você com certeza já se deparou em uma porta com o famoso aviso que proíbe a entrada em algum recinto. Mas, quando vemos a mesma advertência escrita de formas diferentes, a dúvida nos intriga. Afinal, “É proibido entrada”, “É proibida entrada” ou “É proibida a entrada”? Vamos entender como isso funciona.

1. Quando o sujeito da oração vier determinado por um artigo definido ou por um pronome demonstrativo, como “esse(a)”, “aquele(a)”, os manuais de gramática exigem que a concordância seja feita. Exemplos: “É proibida a entrada de pessoas estranhas”, “São proibidos os animais”.

2. Se “proibido” vier anteposto a um sujeito não determinado por um artigo definido ou por um demonstrativo, ele fica invariável, ou seja, no masculino singular, mesmo que o sujeito seja uma palavra feminina. Exemplos: “Proibido entrada”, “Proibido animais”.

3. A regra é a mesma para os termos “preciso” e “necessário” nessas construções. Exemplos: “É preciso qualidades”, “É necessário auto-estima”.

4. Caso apareça um verbo após esse tipo de estrutura, a concordância também deverá ser feita no masculino singular.
Exemplos: “É proibido pisar na grama”, “É preciso estar atento”, “É necessário aguardar para ser antendido”.

5. Pelo que vimos, é preciso atenção ao escrever esses avisos.

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