Pular para o conteúdo principal

Casos de homonímia (2)

1. Acento e Assento
“Acento” é um substantivo que significa destaque, relevo, realce que uma sílaba ou palavra têm em comparação a outras (acento tônico). É o sinal gráfico que indica como deve ser pronunciada uma vogal quanto à tonicidade ou quanto ao timbre. Já “assento” refere-se primeiramente à superfície sobre a qual se senta.
2. Cheque e Xeque
“Cheque” é o documento por meio do qual o titular de uma conta-corrente emite ordem para o banco pagar ou transmitir certa quantia a favor de uma pessoa. Já “xeque”, pode se referir ao chefe muçulmano de um território e também a um acontecimento que representa ameaça; situação perigosa.

Veja a continuação: Casos de homonímia (3).

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A todos ou à todos?

A primeira forma é a correta, sem crase. Relembrando, a crase marca a fusão do artigo “a(s)” com a preposição “a”. A palavra “todos” é um pronome indefinido plural e significa todo mundo, todas as pessoas. Como os pronomes não são acompanhados de artigos, aquele “a” que tem antes de “todos” é somente preposição, portanto, sem crase.

"Nada de mais" ou "nada demais"?

A primeira forma é a correta.Nada de mais, nada de menos. Não: nada "demenos". É preciso ficar com o "de": nada de interessante, nada de importante, nada de blablablá. O "de" não é de "demais". Demais é um advérbio que significa demasiadamente, em excesso, além da conta. Não parece fazer sentido: "Isso não é nada de em excesso". Já parece fazer sentido: "Isso não é nada de mais". Mais uma: Há a locução "por demais", que significa demasiadamente, excessivamente. Vale lembrar da frase exclamativa: Isso é demais! Nesse caso, é "demais", junto assim. Não temos aqui o "nada de". Temos aqui o "isso é". Isso é demais, é incrível, é complicado, é, às vezes, difícil de explicar.
Veja neste blog a diferença entre "demais" e "de mais".