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Casos de homonímia (8)

1. Viagem e Viajem
“Viagem” é um substantivo, cuja raiz é a mesma do verbo viajar, porém é escrito com “g”. Já a a palavra “viajem” existe, mas é a forma do verbo “viajar” conjugado na terceira pessoa do plural do tempo presente do subjuntivo (“que eles viajem”) ou na mesma pessoa no modo imperativo (“viajem vocês”).
2. Sela e Cela
“Sela” é uma peça de couro que se coloca sobre o lombo da cavalgadura, sobre a qual senta o cavaleiro. “Cela”, conforme definição do “Houaiss” é um diminuto quarto de dormir, que pode ser o aposento de um religioso ou compartimento de prisioneiro(s), etc. Também pode ser qualquer cômodo de reduzidas dimensões.

Veja a continuação: Casos de homonímia (9).

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A todos ou à todos?

A primeira forma é a correta, sem crase. Relembrando, a crase marca a fusão do artigo “a(s)” com a preposição “a”. A palavra “todos” é um pronome indefinido plural e significa todo mundo, todas as pessoas. Como os pronomes não são acompanhados de artigos, aquele “a” que tem antes de “todos” é somente preposição, portanto, sem crase.

"Nada de mais" ou "nada demais"?

A primeira forma é a correta.Nada de mais, nada de menos. Não: nada "demenos". É preciso ficar com o "de": nada de interessante, nada de importante, nada de blablablá. O "de" não é de "demais". Demais é um advérbio que significa demasiadamente, em excesso, além da conta. Não parece fazer sentido: "Isso não é nada de em excesso". Já parece fazer sentido: "Isso não é nada de mais". Mais uma: Há a locução "por demais", que significa demasiadamente, excessivamente. Vale lembrar da frase exclamativa: Isso é demais! Nesse caso, é "demais", junto assim. Não temos aqui o "nada de". Temos aqui o "isso é". Isso é demais, é incrível, é complicado, é, às vezes, difícil de explicar.
Veja neste blog a diferença entre "demais" e "de mais".