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Casos de homonímia (10)

1. Seção, Sessão e Cessão
Usamos “seção” para nos referir à divisão de capítulos de uma obra, divisão de serviços públicos ou privados ou à divisão do interior de um estabelecimento comercial que tem funções diferentes das outras. “Sessão” é o espaço de tempo em que um espetáculo cinematográfico, teatral etc. é apresentado ou período em que uma assembléia, um congresso, um corpo deliberativo ou consultivo se mantém em reunião. Já “cessão” é o substantivo da mesma raiz do verbo “ceder”.
2. Nós e Noz
“Nós” é um pronome do caso reto de primeira pessoa do plural. Já “noz” é o fruto da nogueira, típico da ceia das festas natalinas.

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A todos ou à todos?

A primeira forma é a correta, sem crase. Relembrando, a crase marca a fusão do artigo “a(s)” com a preposição “a”. A palavra “todos” é um pronome indefinido plural e significa todo mundo, todas as pessoas. Como os pronomes não são acompanhados de artigos, aquele “a” que tem antes de “todos” é somente preposição, portanto, sem crase.

"Nada de mais" ou "nada demais"?

A primeira forma é a correta.Nada de mais, nada de menos. Não: nada "demenos". É preciso ficar com o "de": nada de interessante, nada de importante, nada de blablablá. O "de" não é de "demais". Demais é um advérbio que significa demasiadamente, em excesso, além da conta. Não parece fazer sentido: "Isso não é nada de em excesso". Já parece fazer sentido: "Isso não é nada de mais". Mais uma: Há a locução "por demais", que significa demasiadamente, excessivamente. Vale lembrar da frase exclamativa: Isso é demais! Nesse caso, é "demais", junto assim. Não temos aqui o "nada de". Temos aqui o "isso é". Isso é demais, é incrível, é complicado, é, às vezes, difícil de explicar.
Veja neste blog a diferença entre "demais" e "de mais".