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Casos de homonímia (7)

1. Senso e Censo
“Senso” significa juízo, entendimento, sentido, prudência, a qualidade do que é sensato. Também é a faculdade de julgar, de sentir, de apreciar (“senso de humor”, “senso de justiça”). Já “censo” é, de acordo com o “Houaiss”, o mesmo que rendimento tributável, embora seja amplamente usado com o sentido de censo demográfico.
2. Taxar e Tachar
“Taxar” é o mesmo que cobrar um tributo ou um imposto sobre algo (“O Brasil taxa a importação de carros importados”). Também pode significar fixar um preço; regular, impor limites. Já “tachar” tem o sentido de desaprovar, censurar, criticar, apontar defeitos e qualificar.

Veja a continuação: Casos de homonímia (8).

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A todos ou à todos?

A primeira forma é a correta, sem crase. Relembrando, a crase marca a fusão do artigo “a(s)” com a preposição “a”. A palavra “todos” é um pronome indefinido plural e significa todo mundo, todas as pessoas. Como os pronomes não são acompanhados de artigos, aquele “a” que tem antes de “todos” é somente preposição, portanto, sem crase.

"Nada de mais" ou "nada demais"?

A primeira forma é a correta.Nada de mais, nada de menos. Não: nada "demenos". É preciso ficar com o "de": nada de interessante, nada de importante, nada de blablablá. O "de" não é de "demais". Demais é um advérbio que significa demasiadamente, em excesso, além da conta. Não parece fazer sentido: "Isso não é nada de em excesso". Já parece fazer sentido: "Isso não é nada de mais". Mais uma: Há a locução "por demais", que significa demasiadamente, excessivamente. Vale lembrar da frase exclamativa: Isso é demais! Nesse caso, é "demais", junto assim. Não temos aqui o "nada de". Temos aqui o "isso é". Isso é demais, é incrível, é complicado, é, às vezes, difícil de explicar.
Veja neste blog a diferença entre "demais" e "de mais".