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domingo, 9 de dezembro de 2007

Rubrica ou rúbrica?

A primeira forma é a correta. Rubrica é uma palavra paroxítona, isto é, a penúltima sílaba é a tônica – nesse caso, -bri-. A pronúncia deve seguir o mesmo caminho, com ênfase na sílaba do meio. Esta, no entanto, não é a única palavra que é confundida pelos falantes da língua portuguesa. Pudico (e não púdico) é outra palavra que é paroxítona, mas que às vezes é escrita e falada como proparoxítona.

7 comentários:

mescalito disse...

Não questiono a veracidade, ou melhor a mestria, do que é explicado acima mas, temo que, não sendo os eruditos que nos impõem a forma de falar, esta declinação não venha a ser adotada como certa no futuro, pois, como todos sabemos, a linguagem evolui no sentido de se tornar escorreita, fluida e convenhamos que rubr(í)ca ou pud(í)co colocam entraves à fluidez.

mescalito disse...

Não questiono a veracidade, ou melhor a mestria, do que é explicado acima mas, temo que, não sendo os eruditos que nos impõem a forma de falar, esta declinação não venha a ser adotada como certa no futuro, pois, como todos sabemos, a linguagem evolui no sentido de se tornar escorreita, fluida e convenhamos que rubr(í)ca ou pud(í)co colocam entraves à fluidez.

Telma Iara disse...

Mescalito, às vezes é até possível prever por quais caminhos alguns aspectos da língua vão evoluir, mas quem manda são os falantes. A língua é viva. E a nossa língua é paroxítona, isto é, nossa gramática internalizada tende a ler novas palavras como paroxítonas se elas não tiverem algum acento indicativo de que não sejam assim. Seguindo essa estrutura, leremos rubrica e pudico.

Vanilson-sama disse...

Concordo com o fato de que toda língua viva evolui e tende a se adaptar à fala popular (vosmecê, você, etc), mas tem que haver uma norma padrão a ser seguida, podendo a mesma ser alterada futuramente. Pois na falta desta, haveria desorganização. A língua portuguesa brasileira atual enfrenta um tempo conturbado, cheio de "rebeldes sem causa". Alguns pseudo-intelectuais esquerdistas estão barulhando no cenário midiático, querendo a todo custo que a língua coloquial seja ensinada nas escolas, inclusive cobrada em provas, etc. P@#!!! A língua coloquial não precisa ser ensinada em escolas, ela é algo comum do cotidiano! A norma culta deve ser seguida como padrão para uma apresentação formal da língua, seja em concursos, vestibulares, documentos oficiais, e afins. Mas as "beldades" intelectuais ainda denunciam o cumprimento às normas como "preconceito linguístico". Concluindo concordo que a língua evolua DESDE que o faça a partir de um padrão pré-estabelecido. Se todo mundo quiser interpretar a língua a seu modo e sair por aí exigindo que seja considerado como válido e incontestável, o que é que a nossa língua vai virar? Um esperanto 2.0?

ps: Mescalito, não precisa escrever como um ministro do STF.

mescalito disse...

Rio e questiono, o que será um ministro do STF?

Brian Macedo disse...

STF: SUPREMO TRIBUNAL FEREDAL

Brian Macedo disse...

STF: SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL